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Bem - Vindo

Esta é a página de boas vindas ao sítio web da Fundação Pro Justitiae.

Temos como uma verdade incontestável que a Língua, as culturas, as vivências interactivas dos povos de expressão lusa, os valores que os informam e que lhes imprimem carácter, constituem verdadeiros portais franqueados sobre o Mundo e para ele.

Reconhecendo que, entre povos amigos, se têm verificado múltiplas realizações cujos resultados incentivam sempre a uma maior consolidação do diálogo cultural, surgiu a proposta do Projecto Às Portas do Mundo. Pretende-se, através da sua implementação, desenvolver uma intervenção cultural e social inédita nos países irmanados pela Língua portuguesa.



Conselho da Magistratura ‘censura’ artigo de presidente do Supremo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Supremo retira discurso de Noronha
Intervenção com acusações ao ex-director do Público, contra quem tem um processo, foi suspensa do site oficial, por decisão do Conselho da Magistratura

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Obviamente, reforme-se PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Opinião

Mário Ramirez
O PROCURADOR-geral da República completa dentro de semanas (no início de Abril) 70 anos, atingindo o limite de idade para o exercício da magistratura. Pinto Monteiro, por antecipação, veio desde já anunciar que tenciona manter-se em funções mais uns meses, até ao final do mandato (em princípios de Outubro). Argumenta que a Constituição e o Estatuto em vigor assim o permitem.

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Conselho de Ministros aprova nova Lei-Quadro das Fundações PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O Conselho de Ministros aprovou ontem a nova Lei-Quadro das Fundações que vai restringir “o uso do termo fundação”, estabelecendo um prazo de seis meses para que as actuais fundações adaptem as suas orgânicas e estatutos.

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Crises da Justiça PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Opinião

PEDRO BACELAR DE VASCONCELOS

O livro de Amartya Sen, “A Ideia de Justiça”, publicado em 2009 e agraciado com o Prémio Nobel da Economia, critica a pretensão da filosofia política de estabelecer definitivamente os fundamentos essenciais da construção de um Estado idealmente justo, ambição de que John Rawls ofereceu o mais acabado exemplo com a sua “Teoria da Justiça”, de 1971.

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